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Dra. Luciana Gouveia CRM-MS 6582 RQE 4024/4506 é cardiologista em Dourados-MS;

Saiba quem é a Dra Luciana Gouveia Cardiologista e professora referência

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Você já sentiu o coração acelerar de repente, ou uma dor no peito que trouxe aquele medo silencioso de que algo mais grave estivesse acontecendo? Talvez você tenha recebido o resultado de um exame com o colesterol elevado, ou convive com o histórico de infarto de um familiar próximo e carrega a dúvida: “será que comigo também vai acontecer?”. Esses sinais e receios são muito comuns, e não devem ser ignorados. Eles funcionam como alertas valiosos de que o nosso corpo e o nosso estilo de vida podem precisar de atenção. E é justamente para acolher essas dúvidas com firmeza científica e cuidado humano que existe o trabalho da Dra Luciana Gouveia Cardiologista, referência em cardiologia preventiva e professora de Medicina em Dourados.

Neste artigo, quero apresentar quem eu sou, como penso a medicina do coração e por que acredito que a prevenção cardiovascular é o caminho mais seguro para viver mais e melhor. Meu objetivo é que, ao final da leitura, você compreenda que cuidar do coração vai muito além de tomar um remédio: trata-se de entender o próprio corpo, ajustar hábitos e construir saúde de forma sustentável ao longo dos anos.

Quem é a Dra. Luciana Gouveia e qual a sua formação?

Sou eu, Dra. Luciana Gouveia (CRM-MS 6582 | RQE 4024 em Clínica Médica | RQE 4506 em Cardiologia), cardiologista com mais de 14 anos de atuação clínica. Graduei-me em Medicina pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e realizei minha Residência em Clínica Médica e, posteriormente, em Cardiologia pelo Hospital Universitário da UFMS, em Campo Grande.

Além do consultório, dedico parte da minha rotina ao ensino: sou professora do curso de Medicina da UFGD desde 2015. Essa vivência acadêmica não é um detalhe. Estar diariamente diante de estudantes me obriga a manter uma postura de estudo constante, revisando as diretrizes mais recentes e me esforçando para explicar temas complexos de forma clara e didática. Esse mesmo cuidado com a explicação eu levo para dentro do consultório, porque acredito que o paciente que entende o próprio tratamento adere melhor a ele.

Ao longo desses anos, mantive vínculo contínuo com serviços de referência em cardiologia em Dourados, o que me permitiu acompanhar milhares de atendimentos, desde consultas preventivas até o seguimento de doenças cardíacas mais complexas. Essa experiência em ambientes de alta demanda é algo que trago para o atendimento individualizado no consultório.

O que significa ser um cardiologista com foco em prevenção?

A cardiologia muitas vezes é associada apenas ao momento crítico: o infarto, a cirurgia, a internação. No entanto, a maior parte do meu trabalho acontece antes disso. A cardiologia preventiva parte de um princípio simples: é mais eficaz e menos custoso, para a saúde e para a vida, evitar que a doença se instale do que tratar suas consequências.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) e com entidades internacionais como a American Heart Association (AHA), as doenças cardiovasculares permanecem entre as principais causas de morte no mundo. A boa notícia é que uma parcela expressiva desses eventos está relacionada a fatores de risco que podem ser identificados e controlados: pressão alta, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e estresse crônico.

Quando falo em prevenção cardiovascular e longevidade, não me refiro a promessas mágicas, mas a um trabalho consistente de rastreio de doenças cardiovasculares assintomáticas e de ajuste dos fatores de risco. Muitas condições sérias evoluem em silêncio por anos. Um check-up cardiológico bem conduzido busca justamente encontrar esses sinais precocemente, quando ainda há amplo espaço para intervir.

Como é a primeira consulta com a Dra. Luciana Gouveia?

Minha primeira consulta é baseada na escuta atenta e qualificada. Antes de olhar para qualquer exame, preciso conhecer a pessoa que está à minha frente. Por isso, dedico tempo para investigar não apenas a queixa principal, mas o conjunto da sua vida: como anda o seu sono, sua alimentação, o nível de estresse do dia a dia, a prática de atividade física, o uso de bebidas alcoólicas e o histórico de doenças na família.

Essa investigação ampla tem uma razão clara. O coração não funciona isolado do restante do corpo nem da rotina de quem o carrega. Uma pressão que teima em não baixar pode ter relação com noites mal dormidas ou com um período de estresse intenso no trabalho. Palpitações podem estar ligadas ao consumo exagerado de cafeína ou a um quadro de ansiedade. Sem entender esse contexto, qualquer conduta corre o risco de tratar o número do exame, e não a pessoa.

Na sequência, realizo uma avaliação clínica detalhada. Um diferencial do meu consultório é a possibilidade de realizar exames como o eletrocardiograma e o teste ergométrico no próprio local da consulta. Isso agiliza a avaliação e permite que muitas dúvidas comecem a ser respondidas ainda no primeiro contato, com mais comodidade e segurança para o paciente.

Por que o estilo de vida é tão importante quanto os medicamentos?

Uma das coisas que mais gosto de reforçar aos meus pacientes é que a medicação, quando indicada, é uma ferramenta importante, porém não é a única, e muitas vezes nem é a primeira. As diretrizes de hipertensão e de controle do colesterol, tanto nacionais quanto internacionais, são consistentes ao colocar as mudanças no estilo de vida como base do tratamento.

Isso significa que a alimentação equilibrada, a prática regular de atividade física, o controle do peso, a redução do consumo de sal e álcool, o abandono do cigarro e o manejo do estresse têm impacto direto e comprovado sobre a pressão arterial, o colesterol e o risco de eventos cardíacos. Em muitos casos, essas medidas reduzem a necessidade de remédios ou potencializam seus efeitos.

Reconheço que mudar hábitos é difícil. Ninguém transforma a própria rotina de um dia para o outro, e cobranças irreais só geram frustração e abandono do tratamento. Por isso, trabalho com metas realistas e viáveis, construídas junto com o paciente. Prefiro um pequeno passo que será mantido a uma meta ambiciosa que será abandonada na primeira semana.

O que é a decisão compartilhada no tratamento cardiológico?

Um conceito central na minha prática é a chamada decisão compartilhada. Na prática, isso quer dizer que você não é um espectador passivo do próprio tratamento. Ao contrário, você é o protagonista.

Explico o porquê de cada conduta: por que aquele valor de pressão preocupa, o que significa o resultado de um exame, quais são os benefícios e os possíveis efeitos de uma medicação, e o que esperamos alcançar com determinada mudança de hábito. Quando a pessoa entende as razões por trás de cada meta, a adesão ao plano melhora de forma significativa, porque deixa de ser uma ordem imposta e passa a ser uma escolha consciente.

Essa postura une duas coisas que considero inseparáveis: o rigor científico e o respeito ao ser humano. A ciência é inegociável e orienta as decisões. Contudo, quem vive a rotina, com suas limitações e possibilidades, é o paciente. Meu papel é integrar esses dois mundos em um plano que faça sentido na vida real.

Como o estresse e a ansiedade afetam o coração?

Recebo com frequência pacientes jovens, muitas vezes assustados, relatando palpitações, aperto no peito ou sensação de falta de ar. Em boa parte desses casos, após uma investigação rigorosa, identificamos uma forte relação com o estresse emocional e com um estilo de vida sobrecarregado.

É importante deixar claro: o fato de um sintoma estar relacionado ao estresse não o torna menos real ou menos importante. O estresse crônico tem efeitos reconhecidos sobre o sistema cardiovascular, podendo influenciar a pressão arterial e a percepção de sintomas. Além disso, sintomas semelhantes podem ter causas cardíacas que precisam ser descartadas com seriedade.

Por isso, minha abordagem nesses casos combina duas frentes. Primeiro, a investigação cuidadosa, para afastar causas orgânicas e trazer segurança ao diagnóstico. Depois, o acolhimento e a orientação, ajudando o paciente a compreender o que está acontecendo e a adotar estratégias para lidar melhor com o estresse e proteger a saúde do coração.

A saúde do coração da mulher merece atenção especial?

Sim, e esse é um tema que me é particularmente caro. A saúde cardiovascular da mulher tem particularidades importantes, especialmente durante o climatério e a menopausa. Nessa fase de transição, ocorrem mudanças hormonais que se associam a um aumento expressivo dos fatores de risco cardiovascular.

Muitas mulheres chegam ao consultório atribuindo todos os sintomas exclusivamente à menopausa, sem perceber que esse também é um momento estratégico para avaliar o risco do coração. O controle metabólico e cardiovascular no climatério, a atenção ao colesterol, à pressão e ao peso, e a avaliação cardiológica antes de eventuais decisões, como uma terapia de reposição hormonal, fazem parte de um cuidado integral e preventivo.

Historicamente, os sintomas cardíacos em mulheres foram, por vezes, subestimados. Por isso, defendo um olhar atento e empático para a saúde cardiovascular feminina, ajudando na prevenção de eventos como o infarto por meio de um acompanhamento próximo e de ajustes consistentes no estilo de vida.

Quem se beneficia do acompanhamento cardiológico contínuo?

Meu consultório acolhe perfis variados de pacientes, e o acompanhamento contínuo é valioso para todos eles. Homens e mulheres que buscam um check-up e desejam agir antes que a doença se instale encontram na avaliação preventiva um caminho para ajustar fatores de risco como obesidade, colesterol elevado, diabetes e hipertensão.

Pacientes que já convivem com uma doença cardíaca estabelecida, como aqueles em seguimento pós-infarto ou com insuficiência cardíaca, precisam de acompanhamento contínuo e confiável para manter a condição sob controle e evitar sua progressão. Nesses casos, o objetivo não é prometer cura, mas garantir controle rigoroso, qualidade de vida e prevenção de novos agravos.

Há ainda quem procure uma segunda opinião em cardiologia ou uma avaliação mais aprofundada por conta de uma rotina intensa e de alta cobrança profissional. Para todos esses perfis, a proposta é a mesma: unir excelência técnica, escuta qualificada e um plano de cuidado que faça sentido dentro da realidade de cada um.

Por que confiar neste conteúdo?

Este artigo foi redigido com base nas principais referências científicas da cardiologia e revisado pela Dra. Luciana Barro Gouveia (CRM-MS 6582), garantindo que as informações sejam fundamentadas em ciência e seguras para a sua saúde. As bases utilizadas incluem:

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), referência nacional em prevenção, hipertensão e dislipidemia;
  • Recomendações da American Heart Association (AHA) e do American College of Cardiology (ACC) sobre risco cardiovascular e estilo de vida;
  • Diretrizes atualizadas de hipertensão arterial e de controle do colesterol;
  • A experiência clínica de mais de 14 anos da Dra. Luciana Gouveia, cardiologista atuante em serviços de referência em cardiologia em Dourados e professora do curso de Medicina da UFGD.

Perguntas frequentes sobre cardiologia preventiva

1. Preciso ter sintomas para procurar um cardiologista?
Não. A cardiologia preventiva é justamente voltada a identificar riscos antes do surgimento de sintomas. Muitas condições evoluem silenciosamente por anos, e o check-up permite agir precocemente.

2. Com que frequência devo fazer um check-up cardiológico?
A periodicidade depende da sua idade, do histórico familiar e dos fatores de risco individuais. Durante a consulta, defino junto com você o intervalo mais adequado para o seu acompanhamento.

3. Hipertensão e colesterol alto têm cura?
São condições crônicas que, na maioria dos casos, não se curam, mas podem ser rigorosamente controladas. Com mudanças no estilo de vida e, quando necessário, medicação, é possível reduzir de forma importante o risco de eventos cardíacos.

4. O eletrocardiograma e o teste ergométrico podem ser feitos no consultório?
Sim. Realizo o eletrocardiograma e o teste ergométrico no próprio consultório, o que agiliza a avaliação e oferece mais comodidade e segurança durante o processo diagnóstico.

5. Palpitações sempre indicam problema no coração?
Nem sempre. Palpitações podem estar relacionadas a estresse, ansiedade ou consumo excessivo de cafeína, entre outras causas. Ainda assim, é fundamental uma avaliação rigorosa para descartar causas cardíacas.

Conclusão: um cuidado que enxerga pessoas, não apenas números

Ao longo da minha trajetória como cardiologista e professora, aprendi que os melhores resultados nascem do encontro entre a ciência sólida e o cuidado genuíno. Não trato exames isolados, e sim pessoas com histórias, rotinas e receios reais. Meu compromisso é orientar com firmeza técnica e acolher com empatia, construindo com você um plano viável para proteger o seu coração ao longo dos anos.

Se você deseja atuar na prevenção, entender melhor os seus fatores de risco ou manter uma doença cardíaca sob controle com um acompanhamento próximo, será um prazer receber você. Agende o seu check-up cardiológico em Dourados e vamos, juntos, cuidar do seu futuro e do bem-estar da sua família.